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Meu Jardim

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09 Maio, 2012

O mundo dorme enquanto sobrevivo ao quarto quente e escuro, enquanto os olhos acesos fixam o teto e os lábios sussurram possibilidades e fantasias... É hora de planejar, arrepender-se, lamentar, "nostalgiar"... É na madrugada que tudo flui. Contra a correnteza da insonia, navegam meus pensamentos, dos mais frágeis e utópicos aos mais complexos e rancorosos. Então você me invade sem pedir licença e como quem não quer nada, fica. Desvio o olhar, do teto para o movimento cíclico e tedioso do ventilador, na tentativa de escapar... Mas tú, tú permanece! Então vem a lembrança do teu beijo, o mais perfeito! O sol já pronuncia a sua chegada, percebo pelas paredes do quarto, agora mais claras... Meus olhos agora, mais escuros. O sono vai acolhendo-me aos poucos e durmo. Adormeço com a certeza de que teu beijo me faz feliz, mas com a dúvida de até quando...


Ivisson Moraes
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01 Maio, 2011

Lágrimas

11:05 AM


Nascem de um rosto pálido, como um rio cálido,
 de quem finge e insiste um cisco n'água do olho
          E arrastam da alma, dores e mágoas,
                  que transbordam em choro.

          
                                              Ivisson Moraes
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29 Março, 2011

A Liberdade Não Existe!

5:10 PM



Lamento, mas a liberdade não é azul, não tem cheiro, não está lá fora e nem no rosto de uma criança!

O Homem passa toda sua vida acreditando ser livre enquanto se frustra em suas limitações, sejam elas impostas pelo próprio ou pela sociedade através de valores morais, éticos, religiosos e políticos. 
     
Sob o ponto de vista moral, você se sente livre para caminhar completamente nú pela avenida mais movimentada da cidade? beijar na boca de seus filhos? se masturbar na frente da sua mãe? 

Sob um aspecto religioso, apenas o fato de acreditar que somos espírito tomando forma em uma matéria, já nos tira a liberdade. Imaginar que cada ação é julgada por um ser maior que nos vigia todo o tempo ou que nosso destino já estava traçado, é frustrante para quem sempre acreditou ser livre.

No campo biológico-filosófico, torna-se tudo ainda mais complicado. Somos formados pelo conjunto de células que agem sob comando do cérebro. Então, tudo que fazemos é resultado das nossas próprias escolhas? E se somos apenas células que agem por impulsos elétricos bem conduzidos, como podemos ser julgados e condenados pelos nossos atos? O cientistas já provaram que nem todas as ações do cérebro são conscientes e então eu me pergunto: Até onde vai a capacidade do ser humano em definir o que foi agido por consciência ou não? Todo o resto do nosso corpo está condicionado às decisões de um comandante, em que momento somos livres? Ao morrer, talvez!

Para cada decisão tomada, há um número de alternativas mas se a liberdade realmente existisse, as alternativas seriam infinitas. 

Ser livre, sob meu ponto de vista, é agir e pensar de forma totalmente independente, sem sofrer influências externas (e nem internas, acredite) de nenhum tipo, sem sofrer limitações. Essa é a liberdade absoluta! Mas, puramente utópica. O que existe é apenas uma liberdade parcial que talvez seja maior em alguns indivíduos do que em outros, mas que com toda certeza existe em todos nós.

Isso não significa que a Liberdade absoluta deve existir. Se fosse possível, seria um caos! As limitações são necessárias de certo modo. Sua liberdade é limitada para proteger a liberdade de outro. É assim que funciona. Perde-se a liberdade de matar alguém em defesa da liberdade deste alguém viver. 
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22 Fevereiro, 2011

Flor da Saudade

10:20 PM



Saudade que floresce pelo desconhecido, 
Que ainda está por vir...
Ou talvez nunca venha!

Como se soubesse que, ainda que incógnita, 
O futuro insiste em repetir o passado
Como se soubesse que, ainda que possível, 
Há força maior que repele

Talvez nunca dê frutos 
E talvez assim deve ser
Mas não há de findar

Pois, se nasceu, foi porque plantei
e se plantei, hei de regar!


                                                   Ivisson Moraes

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06 Agosto, 2010

Medo da Morte

5:36 PM

  

“Deve-se aprender a viver por toda a vida e, 
por mais que tu, talvez te espantes, 
a vida toda é um aprender a morrer”  Sêneca

Decidi exteriorizar uma das minhas maiores angústias, para não dizer medo, da qual sofro atualmente. Por que estes questionamentos passaram a me afligir assim, tão de repente? Em meio ao banho ou em qualquer intervalo de tempo que tenho para refletir coisas da vida, acabo por refletir também o fim desta, a morte. Tombado inesperadamente pelo que talvez seja o maior conflito existencial, passei então a buscar em livros e publicações na internet a história da humanidade perante este fato e suas diferentes concepções para tal, bem como as influencias determinadas pela religião, cultura, família e outros fatores.

Afirmam que o Homem é o único ser vivo consciente do seu fim e, para aqueles que acreditam, consciente de uma vida após a morte. Mas, sem consciência da morte, não agiriam os outros seres inconsequentemente, despreocupados com seus atos e com as situações pelas quais passariam em vida? Se fogem ou atacam para se defender, para sobreviver, não estariam de alguma forma sentindo medo da morte? Joanna Angelis diz que “o medo da morte resulta do instinto de conservação que trabalha a favor da manutenção da existência”. Com certeza existem mais explicações coerentes para estas questões, como a de Joanna Ângelis, mas não irão diminuir a minha angústia perante o fato de deixar de existir.

Nos meus momentos de masoquismo psicológico, ponho-me questionar os paradoxos da minha existência. Qual o sentido de conquistar grandes realizações em vida se de qualquer forma o meu fim é a morte? Por outro lado, convicto de que morrerei, não deveria eu buscar realizar todos o meus desejos enquanto vivo para fazer valer a pena? Será que é possível pensar das duas formas ao mesmo tempo? Acredite, é possível!

Heidegger, por exemplo, defendia que a experiência da angústia de morte torna-se o sentido para a própria vida. Torres (1983) também pensava desta forma ao afirmar que “... o medo da morte é o medo básico e ao mesmo tempo fonte de todas as nossas realizações: tudo aquilo que fazemos é para transcender a morte” e “todas as etapas do desenvolvimento são na verdade formas de protesto universal contra o acidente da morte”. Renato Kress também afirmou: “A consciência da mortalidade faz com que todo o ato humano seja dotado de um sentido tão precioso quanto único. Os atos se tornam preciosos pela preciosidade dos momentos.” e por fim ele questiona que se fosse possível a imortalidade, “qual sentido haveria em todas as coisas que laboriosamente juntamos a fim de injetar um propósito em nossa vida absurdamente breve?” Realmente, pensando desta forma, a consciência da morte seria um estímulo, um impulso responsável por movermos-nos a alcançar grande parte, se não todas, das nossas conquistas. Já Sartre  a condena, “acusando-a de furtar qualquer significado à existência humana.”

Estes pensadores me levam e descrever dois segmentos opostos e interessantes sobre como lidar com esta questão. O primeiro é o Estoicismo, que defende que “o homem deve se despojar de todos os seus desejos e prazeres como forma de tornar-se disponível para a morte, isto é, como forma de estar preparado para ela, visto que este é o único meio de derrotá-la”, desta forma interpreta que a privação do homem é “a oportunidade única de esvaziar a morte de qualquer sentido”. Assim, “quando já se privou de tudo, não há nada que o homem deva temer, afinal, ela não lhe poderá furtar mais nada.”

Já o Epicurismo propõe que a vida seja aproveitada ao máximo. para Epicuro, não há sentido em preocupar-se com a morte, pois “enquanto vivemos, ela não existe e, quando já estamos mortos, nós não existimos. Dessa forma, homem e morte jamais se encontram.” Mesmo que a morte exista de fato, o homem jámais a conhecerá “pois sempre que ela se faz presente, a consciência humana está ausente – morto, o homem já não dispõe de sensibilidade, logo, lhe é impossível apreender a morte.”

Influenciado por pessoas próximas e pela minha religião, sou levado a crer que existe uma vida após a morte, que esta é uma vida passageira e que o espírito, este sim, é eterno. Levado a crer que devo me desapegar dos bens materiais e aceitar a morte como um retorno ao meu estado de origem e ainda de que o espírito sempre alterna entre estes dois mundos (material e espiritual) com a missão de evoluir constantemente. Mas como posso acreditar em tudo isso e ainda assim não aceitar o fato de que um dia deixarei de existir? Por que nem mesmo a fé reduz o meu desespero de um dia ser apenas pó? Por que não consigo aceitar que um dia ficarei velho e morrerei? Muitos morrem antes mesmo de alcançarem esta fase da vida, por diversos motivos, seja um acidente de carro, um tiro, afogamento, ataque cardíaco, entre outros. Seria esta a saída para não esperar a velhice chegar e com ela a morte? Morrer antes que a morte chegue? Alguns buscam o suicídio com este intuito, mas não acho que seja o meu caso, talvez por isso escrevo tudo aqui, para externar estes sentimentos e não chegar a tal ponto. Além de que, não faz sentido para mim “morrer para não morrer”. O suicídio como fuga é coerente, mas não quando se foge da morte. Por isso, os que cometem tal ato para fugir da atual situação em vida, estes sim ainda entendo. Voltando às influências da religião, não seriam estas idéias de um “céu” após a morte, apenas uma falácia para confortar aqueles que a teme e a idéia de inferno apenas para amedrontar os crentes e reprimi-los a cometer atos vistos como pecado perante a visão de alguém? Talvez.

Já sobre meu ponto de vista biológico, acredito que o ideal seria não fugir da morte. De que adianta manter-se vivo através de atraentes pílulas coloridas? Ir contra a força da natureza, contra a própria Seleção Natural? Manter um doente vivo através de remédios possibilitaria a disseminação da doença, o possível surgimento de outras ainda mais resistentes e arrasadoras, o prolongamento do sofrimento, etc. Quem quiser que discorde de mim, mas não estou louco.

Conciliando o que penso com tudo que absorvi de algumas idéias sobre tal assunto, entendo que devo dar mais valores aos momentos da vida e aproveitá-la ao máximo, já que sobre a morte não possuo nenhum controle. Mas, concomitantemente, preparar-me para tal de forma consciente, ao invés de repudiá-la por completo, mesmo que seja um fato externo ao meu “eu”, como o nascer. Não posso negar que houve momentos em que pensei em desistir de tudo, não por medo da morte, mas por decepção pela vida. Talvez não haja atitude tão covarde quanto o suicídio, assim como também não há uma tão corajosa quanto aceitar viver até os últimos momentos.

Ivisson Moraes
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17 Junho, 2010

Unhas Coloridas?

10:41 AM



   Como pode algo que até pouco tempo atrás era visto como "brega", "unha de puta", "apaga a luz", etc agora ser visto como as unhas do momento? Eu explico, isso é a maldita moda! "Se não estivesse na moda seria horrível, mas como está todo mundo pintando, vou pintar a minha também". Poupe-me.
   Não sei como esta loucura feminina de usar blusas e unhas tão chamativas começou, mas arrisco dizer que haja alguma influência do novo modismo dos emos, que agora não saem mais por aí de preto e com expressões frustradas na cara, mas sim alegres e coloridos. Até porque desta forma eles abrangem um público maior, sem tanta discriminação. Mas isto já é assunto pra outro post.
   Quanto às unhas coloridas, as garotas que me desculpem, mas ainda vejo como brega e quando a moda passar, todos verão assim novamente. Ainda prefiro unhas rosas bem clarinhas ou francesinha. Qual homem não se encanta com uma mão assim?

Reacionário, hipócrita, idiota? Me chamem do que quiser. É O MEU PONTO DE VISTA!


Ivisson Moraes
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02 Junho, 2010

Ser Livre

5:02 PM



 A liberdade é relativa. Ás vezes, para mim, bastaria uma cadeira e uma corda.
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22 Abril, 2010

A CARNE É FRACA - sob outra perspectiva

5:47 AM





O documentário A carne é Fraca, criado pelo Instituto Nina Rosa, faz referências sobre a forma com que são tratados os animais de produção até o momento do abate e defende o vegetarianismo como forma de vida mais saudável e como forma de respeitar o bem estar animal. Relaciona também o ato de comer carne com os impactos ambientais causados, como a quantidade de água utilizada e a quantidade de área necessária para a criação animal, devastando áreas como o cerrado e a catinga e tornando-os verdadeiros desertos. Porém, o documentário se torna tendencioso por pender apenas para um ponto de vista, defendendo que a solução para tudo é abdicar definitivamente do ato de comer carne. Concordo em parte com os documentários do instituto, mas aqui vai um segundo ponto de vista sobre o assunto.

Se toda a população humana se tornasse vegetariana também haveria sérios problemas, a produção também aumentaria, áreas com plantas e árvores que não fossem interessantes também seriam devastadas para o plantio de apenas um ou dois tipos de plantas produtivas, o que reduziria a biodiversidade. O documentário fala sobre o desmatamento da amazônia para a criação animal e defende a agricultura na região gerando empregos e renda, porém seu solo é pobre e seria vantajoso apenas por alguns anos. Relata que se extiguiria a fome no mundo se todos parassem de carne  e a trocasse por alimentos vegetais, mas a quantidade de carne produzida no mundo é suficiente para alimentar toda a população humana. Então a solução correta seria um remanejamento político e econômico e uma reeducação social para torná-la acessível a todos, aplicando por exemplo um sistema eficaz de sustentabilidade.
A quantidade de agrotóxicos acumulados na carne animal e nos seus derivados é relatado também e o quanto isso faz mal para quem as consome, mas e a quantidade de agrotóxicos também utilizados nas plantações? E o grande impacto que isso também causa para os solos e rios? E os agravos a saúde de quem maneja esses agrotóxicos e quem se alimenta destes vegetais?
            Muitos remédios e produtos domésticos antes de serem comercializados são testados de forma massiva nos animais, como os ácidos presentes em xampus e ainda assim as pessoas que defendem o direito dos animais continuam se medicando sem saber a procedência dos remédios e continuam usando seus produtos de higiene pessoal sem saber como foram testados.
A forma com que os animais são tratados é realmente abusiva, exploradora. Porém isso é conseqüência do nosso sistema capitalista. Talvez não seja nossa alimentação que precise mudar e sim, o tratamento que é despendido aos animais até o momento do seu abate. O primeiro argumento contra isso é que assim apenas se foge do sentimento de culpa pela vida deles, pode até ser verdade, mas o fato é que não há necessidade deste sentimento de culpa, afinal todos os outros animais carnívoros se alimentam uns dos outros e não os culpamos por isso.  Sem mais, enquanto os vegetais forem considerados seres vivos pela ciência, também seria uma crueldade alimentar-se deles. 

A solução seria o Homem tornar-se um ser autótrofo? Fotossintetizante talvez.

Ivisson Moraes
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18 Novembro, 2009

Paciência

2:44 PM



Minha paciência anda torta
E quando a alma sufoca 
Gritos são em vão


Mas nada disso importa
Tudo é incógnita
se a vida é uma porta
que se abre sobre o chão


                                                                                         Ivisson Moraes











                                 
                           




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18 Outubro, 2009

Meu Jardim

9:13 AM


No meu jardim de chão pavimentado,
cheiro rosas com pétalas de aço

Frias como o amor em mim


Sem saber exatamente o que faço,

perdendo pelo/para o cansaço

Permaneço no meu jardim

Ivisson Moraes
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10 Outubro, 2009

Da Janela

12:20 PM


Da janela o mundo é diferente
Coloca-se assim, estagnado

Expõe-se ao poeta


Só ele, só ele sente

o quanto gira, mesmo parado

ao bater das borboletas.



Ivisson Moraes


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05 Agosto, 2009

Você Está na Moda?

3:07 PM

A moda é mais um segmento da sociedade entre várias outras com o único objetivo de padronizar nossas vidas, tornando igual o nosso modo de pensar, de agir, de se vestir, etc. Dessa forma damos mais segurança para esse grupo privilegiado de manipuladores, pois tornamos nossas atitudes mais previsíveis.

Também nos fazem acreditar que as nossas roupas e os nossos utensílios domésticos já não têm mais graça nem funcionalidade, nos submentem a querer sempre comprar e comprar e comprar. Muitas vezes trocamos o conforto pela beleza(as mulheres que o digam). Mas tá tudo bem, afinal, o importante é se sentir mais belo ao olhar dos outros (e não do seu).

Quem está na moda mostra que está atualizado nas novidades, além de se sentir incluído em um determinado grupo que também usa os mesmos tipos de roupas e sapatos (exemplo) e também o fato de se sentir visto(a). E se você nao usa a novidade da estação, passa a ser ridicularizado(a) pelos seus vizinhos, pelas pessoas na rua e até mesmo por parentes. Sente-se mal, exluído(a), sozinho(a).

A GLOBO (como sempre) é uma das grandes vilãs. As novelas tornam algumas coisas admiráveis como roupas ou expressões e no outro dia está todo mundo na rua vestido e falando como suas personagens. Um exemplo disso é a novela Caminho das Índias. Se vou nas lojas comprar algumas bijuterias com minha esposa, só pulseiras e brincos indianos (que eles dizem né) e até aqui em casa tem uma almofada indiana (eu mereço!) que minha mãe deu para colocarmos na sala. E ainda por cima, em todo lugar agora tem uma mulher com um decote bem exagerado e o sutiã aparecendo quase a metade devido a moda de Dona Norminha (eita Abel sortudo). Não dou muito tempo para as pessoas estarem andando nuas por aí, seguindo alguma novela futura que faça apologia ao nudismo.

Apesar de criticar a Moda, não me excluo dela. Mas tento ser mais seletivo e não me deixar influenciar com "o celular que aquele ator usa", "as pulseiras daquela atriz", "a cor da estação", etc.
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03 Agosto, 2009

Potenciais Assassinos

4:35 PM


Talvez seja estranho eu pensar desse jeito, talvez pareça até que estou defendendo aqueles que cometem crimes e são condenados. Não é exatamente isso. O que digo aqui é que existe a possibilidade de amanhã ser um de nós sim.
Como seres humanos, criamos normas e regras para poder viver em grupo e aqueles que descumprem as leis são submetidos a julgamento e isolados dela para não comprometer a segurança do grupo, que é um bem maior. Por isso reprimimos constantemente nossos instintos animais, primitivos, nossos sentimentos e pensamentos, para convivermos em grupo e não ferir as pessoas de nenhuma forma. Mas por quanto tempo conseguimos fazer isso? Quais as situações às quais seremos submetidos amanhã? Você comanda seu cérebro ou ele comanda você? Basta que em algum momento de sua vida você não mais domine seus instintos, tão reprimidos por você e pela sociedade. Basta que haja uma “explosão” de sentimentos confusos ou exagerados no seu cérebro devido a uma situação extrema pela qual você nunca passou antes e, portanto, não saberia como lidar com ela quando acontecesse, não é verdade ?
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02 Agosto, 2009

SONEN

2:10 PM

Esse é o meu primeiro post. Nele quero apenas agradecer às pessoas que, a partir de agora, irão acessar e ler com carinho meus textos (ainda que amadores), mas que expressam o que sinto, o que penso. E é isso que significa a palavra "Sonen"

1 - Segundo o Shokakukan - Dicionário Universal Japonês Português, a palavra "Sonen" significa "Pensamento"

2 - O Dicionário Kokugo Daijiten Dictionary explica seu sentido como "A idéia que nasce no coração" (kokoro ni kangae omou koto)

3 - Mokiti Okada, Japonês, fundador da Igreja Messiânica e difusor da prática do Johrei, atribuiu um significado ainda mais profundo para a palavra, o que ele chama de "Trilogia do pensamento": razão, sentimento e vontade.

Achei interessante usar dessa palavra no endereço do Blog (www.devistasonen.blogspot.com), já que aqui vou postar meus pensamentos, meus sentimentos e desejos, expressos em textos e pequenos poemas. Tudo amador, é claro!
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